segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

BOAS FESTAS

Ola desejamos a todos voces um otimo Natal e um Ano Novo com muita saúde, muita aventura, prosperidade e que o ano que vai chegar seja muito melhor do que esse que esta indo embora um abraco a todos. Feliz Natal e um prospero Ano Novo a todos nossos amigos.


São os votos,
da EQUIPE BÚSSOLA

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

F.E.R.A

FESTIVAL DE ESPORTES RADICAIS DE ATIBAIA
(F.E.R.A)

EM DEZEMBRO, ATIBAIA SERÁ A CAPITAL NACIONAL
DA AVENTURA!


No ultimo dia 05/11 foi realizada mais uma reunião com os organizadores e as equipes de apoio do F.E.R.A ( FESTIVAL DE ESPORTES RADICAIS DE ATIBAIA) para assim finalizar os detales sobre os locais das competições e os tragetos onde ocorrera as mesmas. A reunião contou com a presença do pessoal da Equipe Bússola, Cobras Jipeiros, Iron Adventure, Haka Race, Personal Flight, SocoBikes, Dedel representando o Motocross, Eu Vou Adventure Team entre outros.
O Festival será realizado pela prefeitura da Estância Turística de Atibaia, e será nos dias 4,5 e 6 de Dezembro, o evento contara com shows, desfiles e exposições entre outras atrações, os participantes poderão não só assistir, mas também praticar das atividades de aventura de sua preferência, aprendendo sobre as técnicas e o uso dos equipamentos diretamente com especialistas qualificados.
O evento contara também com trilhas Off Road, Trekking, Motocross, Escalada, Rapel, Trike, Paraquedismo, Paraglider, Asa Delta, Canoagem, Caving, Arborismo, Tirolesa, Mergulho, Down Hill, Skate, Balonismo e Corrida de Aventura.
Esperamos Vocês!!!!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

EM MANUTENÇÃO ...



VOLTAREMOS EM BREVE ...

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Travessia Serra Fina

1º Dia -
A travessia da Serra Fina (percurso tradicional) começa na Fazenda Toca do Lobo, onde se pode deixar o carro sem custo algum. O início da trilha é a continuação da própria estrada que da acesso a fazenda. Anda-se por esta estrada por aproximadamente 15 Minutos(metade do tempo numa subida e o resto numa descida até chegar à um riozinho).No final da estrada há uma gruta (provavelmente a "toca do lobo", mas na verdade é a caixa do lixo, uma vez que existem inúmeras garrafas, sacos plásticos e tudo o mais que conhecemos por lixo -tristeza). Deve-se atravessar este rio e pegar uma trilha que sai para a direita desse rio e logo começa a subir. Logo no início dessa subida há uma bifurcação para a esquerda (pegue-a), a trilha para a direita dará num rio, caso isto aconteça volte.Trinta metros depois dessa bifurcação haverá outra, agora deve-se pegar a direita(há sinalização no pouco mato que existente). A partir daí não há mais nenhuma bifurcação, a vegetação também mudará drasticamente, até então a trilha era sob poucas árvores, agora será apenas sobre tufos de mato e rocha. Em pouco tempo já será possível avistar os Marins/Itaguaré e o Primeiro Destino - Capim Amarelo, além de outros morros locais como o Peito de Moça.Segue-se então apenas por cristas até quase o final da travessia. Antes de atingir as encostas do Capim Amarelo deve-se passar por cima de um pequeno morrinho, sendo que é na subida desce morro que existe o último ponto de água, antes dos rios da encosta da Pedra da Mina (morro destino do segundo dia) - há dois pontos d'água, um mais afastado da trilha (o primeiro) e um bem próximo, há uns 5-10 min.do primeiro (dê preferência por este). Após uma hora e meia (desde o início) chega-se ao topo do referido morrinho, donde se podem tirar magníficas fotos, bem como observar a estrada que liga Cruzeiro à Passa Quatro. Daí ao Capim Amarelo vão mais duas horas de subida, sempre avistando um morro bem parecido com o Taipabuçu da serra do Ibitiraquire/PR, sendo que os últimos dez minutos da subida voltam a ser sob árvores, podendo-se perceber como o Sol é uma barreira bem pior do que íngremes subidas. O Cume do Capim Amarelo é formidável, com vista de 360°. Dele se pode avistar todo o percurso do próximo dia, além dos fantásticos morros da Serra Fina, porém está bem devastado, com inúmeras clareiras para acomodação de barracas (aproximadamente 7 de 2-3 lugares, mais do que isso é aumentar a degradação). O número de clareiras é grande, mas o número de montanhistas é ainda maior, assim em feriados pode ser bom considerar novos destinos para o primeiro dia como as clareiras há 10-15 minutos antes do cume (as quais são mais protegidas, pois ficam em baixo de árvores), ou uma grande clareira, para 3 barracas após 45 min. do cume em direção à Pedra da Mina.
2º Dia -
Do Capim Amarelo deve-se descer em direção a Pedra da Mina, a trilha volta a ser sob árvores e pelo meio de taquarais. Após meia hora de descida chega-se ao fundo do vale, neste a trilha passa reto. Há inúmeras roubadas, tente se manter no centro, mais dez minutos (de subida) chega-se ao referido acampamento. A partir daí a trilha se torna bem leve. Será por sob árvores até o próximo morro(nesse ínterim há inúmeros locais para acampamento, clareiras gigantes). As encostas desse morro são íngremes e o terreno bem rochoso(o qual continuará até o cume da Pedra da Mina), deve-se seguir os totens para uma subida tranqüila ou sobre névoa/nuvens. A trilha vai por cima da crista desse morro passando por seus inúmeros cumes(com exceção do último) do qual ela se desvia em direção ao destino do segundo dia. Deste ponto tem-se uma bela vista do vale o qual terá que se atravessar para chegar à Pedra da Mina, além da Cascata vermelha (primeiro ponto de água abundante desse segundo dia) e outros morros da região. Desse ponto, a trilha desce (aproximadamente 30 minutos) e contorna um pequeno morrinho pela direita (deve ter uns 30metros), logo depois dele pode-se ver a cascata vermelha, para atingi-la deve-se sair da trilha(desvio de 3 minutos!). A água do córrego que abastece essa cachoeira é extremamente carregada de ferro (seu gosto lembra um cano enferrujado), mas caso se atravesse o rio, em poucos minutos pode-se encontrar água sem gosto. Da cachoeira a trilha subirá um outro pequeno morro (desta vez com uns 50/60 metros) em seu cume há duas pedras características que parecem dois pilares. Descendo ele chega-se ao rio Claro (3hrs desde o Capim Amarelo sem paradas). Este riacho é o último ponto d'água do segundo dia, aproveite. Dele mais 50 minutos e chega-se ao Cume da 4ª Montanha mais alta do Brasil. Esta última subida é um pouco mais íngreme que aquelas encontradas até então, mas nada de mais. Ela é muito bela, e proporciona vistas incríveis para o lado do Estado de São Paulo, são penhascos e quedas impressionantes.O Cume da Pedra da Mina é fora de série, o lugar mais interessante da travessia. No seu ponto mais alto há uma bandeira, um livrinho, e uma marcação de triangulação. Na crista principal há lugar para três barracas de 2-3 lugares, porém há 5 minutos do cume há um local formidável, a cratera como chamam, um local plano de areia onde pode-se colocar umas 12 barracas (se bem montadas de 2-3 lugares), porém em grande parte do ano ele fica encharcado, tendo que se descer mais uns vinte minutos para uma outra área de acampamentos (para umas 6 barracas). A sua face Norte(???é a norte mesmo) proporciona uma vista fantástica do caminho do próximo dia de caminhada, além de uma vista explêndida do Pico dos Três Estados (destino do terceiro dia), Cupim de Boi, Cabeça de Touro, Piolho, Itatiaia, Morro do Couto, Prateleiras, entre outros, os quais serão o fundo durante os próximos dois dias de caminhada. O Sol nasce atrás da serra do Itatiaia, o que é incrível.
3º Dia
Neste Dia a trilha inicia com uma forte descida que dura meia hora, dela pode-se observar lindas lacas (heheheh) e paredões. Dela a trilha adentra na temida savana africana , vulgo vale do Ruah, no qual há cortantes capins elefantes do tamanho de seres humanos. Neste vale deve-se procurar por algumas clareiras e depois um rio (todos bem no meio da trilha), o qual deverá ser seguido até começar a virar um canyon (último ponto d'água até uma hora antes do final da trilha na fazenda (esqueci o nome)), quando será o momento de sair dele para a direita e subir um pequeno morro (80 metros) para novamente pegar a crista que leva até as encostas dos Três Estados. A trilha se Dara por trechos rochosos e de florestas até o cume do Cupim de Boi, no qual a serra acaba, podendo-se ir para a direita (Cabeça de Touro) ou esquerda (Três Estados). Da Pedra da Mina até aqui levam-se 2:30 em ritmo lento. Mal se começa a descer chega-se a uma clareira, desta sobe-se novamente e desce para se encontrar a segunda clareira, onde há bom locar para acampar e se abrigar do sol intenso (são menos de 10 minutos que dividem uma clareira da outra). Desta clareira resta uma hora para se atingir o terceiro destino, por uma íngreme subida com lances em que as mãos podem ser de grande ajuda. O cume do Pico dos Três Estados é bem parecido com o do Capim amarelo, apenas a vista é totalmente diferente, mas de resto comporta o mesmo número de barracas. Nele se encontra um Triângulo, o qual cada uma de suas pontas aponta para um dos estados, já que este é o ponto de divisa entre MG, RJ e SP. Dele pode-se observar uma curiosa formação rochosa - o Picú.


4º Dia
Neste último dia a trilha seguirá em direção ao morro Alto dos Ivos. Continuará sendo rochosa e pela crista, antes de atingir o referido morro passará por dois pequenos morrinhos (20-30 metros). Em 1:30 chega-se ao seu cume, o qual é extremamente belo, principalmente para aqueles que estão fazendo a travessia no sentido contrário.Há 30 minutos antes dele, há local para umas 5 barracas (esta é a região mais seca da travessia). Do alto dos Ivos desce-se por 30 minutos, onde se encontrará mais capim elefante, basta seguir reto contornando um pequeno morro pela direita, em mais 15 minutos a trilha entra novamente na floresta, e continua pela crista até cair para a esquerda e acompanhar as encostas de um morro até uma fazenda que se avistava do Alto dos Ivos.Nessa floresta encontrar-se-a uma plaquinha, dizendo que andar naquela fazenda sem autorização é proibido e bla-bla-bla, continue sem medo mais 30 minutos e chega-se numa antiga estrada, mais 10 minutos chega-se a uma bica de água, e desta mais uns 5 minutos a uma bifurcação a qual deve-se pegar a esquerda. Uma vez que se chegue a fazenda segue-se para a direita, e em pouco tempo encontra-se a BR. É o fim...

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Petar







Localizado no sul do Estado de SP, nas cidades de Apiaí e Iporanga, está o PETAR. Parque com mais de 300 cavernas, dezenas de cachoeiras, trilhas, comunidades tradicionais e quilombolas, sítios arqueológicos, paleontológicos... é realmente um verdadeiro paraíso escondido entre vales e montanhas.
Criado por um decreto, em 1958 (Governo do Estado de SP), com cerca de 35 mil hectares de Mata Atlântica preservada, tornou-se depois da década de 90 um dos locais perfeitos para a prática de alguns esportes radicais, com espeleo, rapel, bóia cross, cascading, bike e, de algumas atividades, como educação ambiental e fotografias.
No Petar você irá encontrar milhares de espécies de aves, mamíferos de grande porte, como pacas, antas, bugios, e muitas espécies de bromélias, orquídeas, palmito juçara, alem de uma imensa quantidade de córregos e rios com águas transparentes.
As cavernas existentes oferecem vários níveis de desafios. Há desde cavernas com enormes rios, escaladas, mergulhos e rapeis à cavernas com estruturas turísticas, escadas, passarelas e pontes.
Existem 4 Núcleos de Visitação no PETAR, todos prá facilitar o controle de turistas e proteger de forma mais organizada esse rico patrimônio. Eles estão localizados estratégicamente, como o Núcleo do Ouro Grosso, que fica no Bairro da Serra (Iporanga) e serve de base de apoio para cursos de monitoria ambiental, seminários, reuniões e de alojamento para escolas públicas.

terça-feira, 12 de maio de 2009

História do Montanhismo


As primeiras técnicas de montanhismo foram desenvolvidas em Chamonix, na França. Em 1760, o estudante Horace Bénédicte de Saussure, estudando as feições do Mont Blanc, descobriu que se cume poderia ser conquistado. Durante muitos anos, ele percorreu aldeias da redondeza oferecendo uma recompensa para quem conseguisse tal conquista. Horace só foi encontrar quem ousasse o desafio, no ano de 1786. O médico Paccarde e o caçador Jacques Balmar venceram os obstáculos e alcançaram o topo. A partir de então, o caminho estava aberto. As dificuldades técnicas começaram a crescer, já que os adeptos do montanhismo se multiplicavam e, com eles a vontade de alcançar altitudes cada vez maiores. Mas foi em 1953 que o homem chegou ao topo do mundo. O alpinista Edmund Hilary e seu companheiro Tensing Norgay pisaram pela primeira vez o cume do Monte Everest.O primeiro clube de montanha do mundo, o Clube Alpino de Londres, foi criado em 1857. Com ele, o esporte passou a se organizar e ganhar adeptos. Em 1879 ocorreu a conquista do Aconcágua; em 1889, do Kilimanjaro, na África; em 1907 do Trisul, no Himalaia e em 1913, do Mckinley, no Alasca.No Brasil, a primeira conquista foi em 1817 com a escalada da faze leste do Pão de Açúcar pela inglesa Henriqueta de Carsteirs, em companhia de seu filho. Depois de diversas tentativas, o topo do Dedo de Deus foi conquistado em 1912, por um grupo de amigos de Teresópolis. Em 1919, foi fundado o Centro Excursionista Brasileiro, que serviu para difundir o montanhismo no Brasil. O montanhismo é uma atividade esportiva que se baseia no ato de atravessar montanhas, com ou sem a utilização de equipamentos. O termo geralmente é confundido com alpinismo, devido às famosas conquistas dos Alpes europeus. A atividade é um gênero dentro do excursionismo, que nada mais é do que a convivência pacífica com ambientes naturais.Quem pratica o esporte deseja entrar em perfeito contato com a natureza usufruindo tudo o que ela pode oferecer, sem prejudicá-la. No Brasil, o marco inicial da atividade foi durante a primeira metade do século XIX, quando já eram registradas subidas à Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro.Hoje o montanhismo vem ganhando cada vez mais espaço entre os esportes, sendo muito procurado principalmente por quem para fugir do stress e deseja ter um contato maior com a natureza.Para o presidente do Centro Excursionista Brasileiro, Francesco Berardi, o fator do crescimento é mesmo a paz que o esporte traz. "O montanhismo é antes de tudo uma maneira de esquecer os problemas das grandes cidades".


Preserve a natureza. Esse é o lema de todo montanhista, que tem como princípio praticar um esporte sem modificar as características do local. Uma regra básica é a de que todo lixo que for levado deve ser trazido de volta.Sempre esteja acompanhado de alguém que já fez o percurso. Essa pessoa poderá dar dicas e auxiliar durante o trajeto.Leve sempre suprimentos de reserva. Nunca se sabe o que poderá acontecer, portanto seja precavido e evite qualquer surpresa.Antigamente as montanhas eram tidas como território de dragões e seres alienígenas. Toda essa superstição durou muitos anos e só foi quebrada em 1492, quando o alpinista Antoine de Ville escalou o Monte Aiguille, na França.




Pico dos Marins



O Pico dos Marins, com seus 2.420,7 metros de altitude, localizado no município de Piquete (SP), é considerado o segundo ponto mais alto do estado de São Paulo, mais baixo apenas que a Pedra da Mina, na divisa entre São Paulo e Minas Gerais, na Serra da Mantiqueira.

O local é bastante recomendado para a prática do ecoturismo devido à sua grande beleza que, nos dias e noites de boa visibilidade, possibilita avistar várias cidades ao seu redor, com mais de 1500 metros de desnível.

É um roteiro ideal para quem quer caminhar, literalmente, acima das nuvens numa viagem às Cristas da Mantiqueira. Ao meu ver, é uma das trilhas mais interessantes da região Sudeste do Brasil, exatamente pelo grau de dificuldade: médio/pesado.

Saindo de São Paulo ou Rio de Janeiro, pegar a rodovia Presidente Dutra e seguir até Lorena. Depois pela BR-459 em direção a Itajubá. Ao passar pela cidade de Piquete, numa curva dois quilômetros à frente, há uma estrada que segue reta. É a saída para a trilha. Logo nos primeiros quilômetros da estrada, ainda asfaltada, avista-se o Pico dos Marins pela parte traseira e o aventureiro já poderá ter idéia do que está por vir.

Após percorrer cerca de oito quilômetros de curvas e mais curvas, afinal estará numa serra, encontrará um pequeno vilarejo encravado no pé da Serra, com gente bastante hospitaleira, um destes lugares simples e onde ainda existe o refrigerante tubaína envasada nas antigas garrafas escuras. Vale a pena parar e trocar um dedo de prosa, para depois seguir a jornada.

A emoção da trilha começará a partir deste ponto, quando se inicia a estrada de terra e o visual da paisagem se torna cada vez mais encantador, ideal para as primeiras fotografias do passeio. Irá percorrer uma estrada que poucas pessoas conhecem.

Para atingir o cume dos Marins, a aventura torna-se uma verdadeira escalaminhada, isto é, usa-se mãos e braços para ganhar altura. É uma caminhada marcante tanto pela árdua subida, como pela paisagem que irá apreciar. Do respectivo cume, a bela visão panorâmica mesclada com a vegetação e as imensas rochas darão uma sensação de vitória aliada à recompensa.

O ponto mais gratificante de toda a aventura será o pôr-do-sol, que poderá ser assistido acima das nuvens. No acampamento de montanhas, à noite, avistará as luzes que iluminam várias cidades do Vale do Paraíba. Outro momento de grande contemplação será o nascer-do-sol, com os primeiros raios que refletem no céu e nas montanhas com várias cores, entre o azul-violeta até o vermelho-laranja-prateado. O Pico dos Marins é, sem dúvida, um dos lugares de nascer-do-sol mais belo da Serra da Mantiqueira.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

PICO DO OLHO D'ÁGUA

Localizado em Mairiporã/ no Bairro Ecológico Sierra Madre, com acesso a partir da Alameda Dr. Alípio Leme e Avenida Ecológica do Pico Olho d'Água (cerca de 4 km do centro). A maior parte do trajeto é pavimentada e orlada de árvores nativas e flores, porém carente de placas indicativas.No alto do Morro do Juqueri, desfruta-se de vista panorâmica privilegiada, formada pelo centro urbano, canal e Prainha do Rio Juqueri, Represa Paiva Castro, relevo serrano e conturbação das
cidades de Franco da Rocha e Francisco
Morato.
O topo do morro, com altitude superior a 1.000 m, é relativamente plano, com pedras grandes e quase que totalmente sem arborização. Destaca-se um bosque de pinheiros, propiciando sombra e locais propícios para repouso e piqueniques.Um trecho do morro é utilizado por praticantes de paragliding com maior experiência, devido às dificuldades do salto. Trilhas que saem do local - Urubu, Sabão e Saracura - atraem esportistas de mountain bike (downhill) e trekking. Porém a maior parte dos usuários chega de automóvel para o lazer contemplativo.














A área tem potencial para desenvolvimento de turismo educativo com prática de orientação regional, informações dos 4 pontos cardeais, observação astronômica, área de lazer com equipamento rústico para descanso e piquenique.